Mapeamento da Secretaria Estadual de Saúde revela aumento de dengue e Chikungunya em áreas rurais de MS

Foto-Alvaro-Rezende

A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) realizou mapeamento que revela aumento nos casos de dengue e Chikungunya nas áreas rurais do Estado. O levantamento tem como objetivo identificar os focos de transmissão, permitindo que as equipes de saúde municipais desenvolvam e implementem medidas de controle mais eficazes e direcionadas, adaptadas às características de cada localidade.

“A identificação precisa dos focos é um passo fundamental para garantir a implementação de ações rápidas e específicas, reduzindo os impactos dessas doenças na população”, explica a gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener.

O aumento da incidência de casos em áreas rurais preocupa, pois a extensão territorial dessas regiões é significativamente maior do que nas zonas urbanas, o que dificulta a implementação de medidas de controle eficazes e amplia os desafios no enfrentamento das doenças.

O Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontou que os casos de dengue estão presentes em 19 assentamentos, 17 aldeias e 130 fazendas e sítios. Esses dados demonstram a ampla distribuição dos focos nas áreas rurais, destacando a complexidade de se realizar um controle eficaz em regiões com essa dimensão.

A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) realizou mapeamento que revela aumento nos casos de dengue e Chikungunya nas áreas rurais do Estado. O levantamento tem como objetivo identificar os focos de transmissão, permitindo que as equipes de saúde municipais desenvolvam e implementem medidas de controle mais eficazes e direcionadas, adaptadas às características de cada localidade.

“A identificação precisa dos focos é um passo fundamental para garantir a implementação de ações rápidas e específicas, reduzindo os impactos dessas doenças na população”, explica a gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener.

O aumento da incidência de casos em áreas rurais preocupa, pois a extensão territorial dessas regiões é significativamente maior do que nas zonas urbanas, o que dificulta a implementação de medidas de controle eficazes e amplia os desafios no enfrentamento das doenças.

O Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontou que os casos de dengue estão presentes em 19 assentamentos, 17 aldeias e 130 fazendas e sítios. Esses dados demonstram a ampla distribuição dos focos nas áreas rurais, destacando a complexidade de se realizar um controle eficaz em regiões com essa dimensão.

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, ressalta que o mapeamento possibilita uma abordagem mais precisa, permitindo que os recursos de saúde sejam alocados de forma mais eficiente e as intervenções se tornem mais eficazes.

Além disso, destaca que o controle do Aedes aegypti depende da colaboração de toda a comunidade, enfatizando a importância da conscientização e engajamento contínuos para prevenir novos surtos.

*Confira as recomendações do Ministério da Saúde de prevenção e cuidados contra dengue e chikungunyahttps://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti#:~:text=Utilizar%20areia%20nos%20pratos%20de,Guardar%20pneus%20em%20locais%20cobertos.&text=Tampar%20e%20lavar%20reservat%C3%B3rios%20de,um%20ano%20no%20ambiente%20seco.

Danúbia Burema, Comunicação SES
Foto: Álvaro Rezende/Secom

*Fonte: Ministério da Saúde